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Rose Nobre

Rose Nobre. A artista e seus trabalhos que mostram imagens decorrentes de inúmeras viagens pelo mundo. Trabalhos que resultam na mescla sobre desenhos fisionômicos anteriormente executados, pinturas e colagens contemporâneas. A primordial utilização de técnica mista sobre tela. Obras que remetem à "madrugada", ao lusco-fusco; telas que convidam à revelação do princípio da incerteza e, talvez, ao retorno a um eterno sem fim. Um túnel que representa essa busca pelo que nos espera ou não. Imagens esmaecidas, a madrugada que convida à fragilidade, à incerteza, à insegurança e à procura de um parâmetro de vida... Figuradamente e por vezes de forma abstrata. Assim, pelas palavras da própria Rose Nobre.

Sua obra já foi exibida em diversos espaços, como por exemplo: ECOARTIVISMO, Fenart São Paulo, curadoria Isabela Simões; Galeria Zagut, RJ em mais de 20 Exposições entre virtuais e presenciais com catálogos impressos. Entre elas: Goeldi- Gênio Brasileiro, Gabinete de Curiosidades, Pandemia, Dinheiro e Arte, Semana de 22, Tempo, Carnaval, Reciclagem, Metáforas Urbanas Ecologia; Galeria POP UP, curadoria Thaysa C.Souza, RJ; Múltiplos Olhares (4º edição), Moldura Minuto, Curadoria Norma Mieko, RJ; Conexões Singulares (2º Edição); Galeria Ôko Arte Contemporânea, curadoria Lia do Rio, RJ, mostras Somos e Transformação; Novos Olhares (2ºEdição), Espaço Arte, curadoria Lydia Pechaux, RJ.

Natural de São Paulo e adotando o Rio de Janeiro como casa, a artista viveu a efervecência cultural brasileira da década de 60 e 70, vendo o bloco da bossa nova e tropicália passar na própria avenida, além de formar-se em psicologia em 1975. Efervecência que talvez a tenha também provocado, vide sua vastidão artistica, fazendo das teclas do piano seus pincéis iniciais, ainda menina, e sendo acompanhada por elas até sua formatura no CBM - Conservatório Brasileiro de Música. Isso um pouco mais para frente, precisamente em 1987.

Por sua trajetória interdisciplinar, a arte de Rose Nobre apresenta uma singular conexão entre pintura e música. As cores de suas telas são como elementos musicais. Notas, arranjos, tons, andamento, tempo, partituras… O espectador é guiado por uma viagem quase sonora pelos lugares apresentados. Pelas sensações possíveis e desejos conscientes ou inconscientes, assentados em um divã - tela.

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